Carta #8 – Lembrar que eu faço por amor até na força do ódio: manifesto pelo direito à subjetividade.
Querida pessoa leitora, Em “Tornar-se negro”, publicado há quarenta e três anos, Neusa Santos nos advertiu de que não há ascensão social que nos blinde das artimanhas sofisticadas do racismo. Estamos aqui, quatro décadas depois, ainda nos apegando à falsa ideia de que ter Ensino Superior, propriedades e status, vai […]