Quilombolas implementam soluções para enfrentar a crise climática: pesquisa inédita do Instituto Sumaúma traz dados sobre o cenário cultural e comunicacional dos quilombos do país

O Instituto Sumaúma irá apresentar, durante a COP30, os resultados de um estudo realizado com comunidades quilombolas de todo o Brasil, reunidos no relatório “Corpos-territórios quilombolas e o fio conectado da ancestralidade: entre as agendas de justiça climática e as práticas culturais e comunicacionais”. A pesquisa buscou mapear, documentar e […]

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How to sprout new roots?

The ability of plants to develop new roots really impresses me. Roots are a way of getting attached to a territory, communicating with surroundings, collecting and exchanging resources. Without them, life becomes harder – even for us. Por Gustavo Souza As humans, can we grow new roots? This is my […]

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Os passos para a universidade: aprendendo como criança

Por Larissa Santiago Anos especulando sobre voltar ao espaço da universidade, depois de ler uma centena de autoras mulheres negras brasileiras sobre suas experiências nas cadeiras das salas de aula, a minha decisão havia sido tomada. Entretanto, para mulheres negras, as circunstâncias e os caminhos se mostram um pouco menos […]

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Retrospectiva 2025

2025 foi um ano de muitas transformações aqui no Instituto Sumaúma. Visitamos novos lugares, ampliamos nossas ações, encaramos desafios importantes e fortalecemos nossa rede institucional. Sonhamos, plantamos e, em muitos momentos, colhemos os frutos desse percurso. Por isso, é com muita alegria e orgulho que, agora, no encerramento do ano, […]

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Afrofuturismo de terreiro: memória, ancestralidade e resistência

Por: Gabriela Soares O afrofuturismo, termo cunhado nos anos 1990 pelo teórico cultural norte-americano Mark Dery¹, propõe uma reconfiguração radical do imaginário contemporâneo ao centralizar a experiência negra na construção de futuros possíveis. Ao articular tecnologia, ancestralidade e crítica social, o movimento rompe com a linearidade temporal e desafia as […]

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Resenha do texto “Exu como álibi metodológico”, de Thiane Neves Barros

Por: Jôze Karen Souza No artigo, Thiane Neves Barros propõe uma perspectiva Exuística para metodologias de pesquisa em Comunicação, contrapondo-se às matrizes cartesianas e lineares.Tomando Exu (senhor da comunicação, do movimento e das encruzilhadas) como “álibi metodológico”, a autora defende procedimentos investigativos múltiplos, fluidos e dinâmicos, afinados com lógicas de […]

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